Alimentação dos filhos

Os pais de hoje estão perdendo a antiga sabedoria do homem e da mulher do campo, a consciência ecológica intuitiva do casal de outrora, em virtude da informação confusa e enganosa da mídia, que veicula, ex: que o açúcar refinado "dá energia"; e até dos médicos, os quais proibiram o ovo (na época ecológico) e substituíram a manteiga pela margarina.Os pais de hoje não conhecem os efeitos fitoterápicos dos chás da vovó, do efeito das frutas, verduras e legumes "colhidos no pé" e livres de agrotóxicos. Desconhecem, ex: o efeito da canja de galinha ecológica (rica em lisina) para atenuar a gripe, o mesmo podendo se dizer do alho, limão e mel em um chá ao deitar. Esqueceram a tradição do contato com a natureza. Até os macacos (fêmeas) utilizam 26 vegetais como medicação!Dois meses de consumo diário de pão (com glúten) sem o consumo de fibras, aminoácidos, minerais e vitaminas da farinha integral (antes sem agrotóxicos), ainda, de leite da vaca que ingere alimento com agrotóxicos (com hormônio IGF que foi liberado com defeito), pode causar distúrbios de personalidade nesse mesmo período de dois meses, os quais podem ser detectados por testes de personalidade.O "fast food" tipo Mac 250 tende a ser consumido como um vício por crianças após os quatro anos de idade, sendo estas crianças capazes de mentir para tentar consumir mais. Isto custou um bilhão de dólares em pesquisa pelos psicólogos contratados pela rede Mc Donald's para produzir técnicas de propaganda capazes de induzir o aumento do consumo, ou seja, o consumo do Mac 350 a partir de quatro anos.No Rio de Janeiro, os pais e professores tentaram substituir os alimentos das cantinas das escolas por produtos orgânicos. Depois que conseguiram, a Mc Donald's e a Coca Cola ganharam liminar na Justiça e as cantinas voltaram ao consumo viciante. Nos Estados Unidos foram punidos diretores de escolas comprados pela McDonald's e pela Coca Cola. Também nos Estados Unidos um milionário filantropo quis montar um sistema que denunciasse as mentiras da propaganda e foi proibido pelo Governo.Cabe aqui um elogio ao governo de Santa Catarina, que apoiou os pais e professores e se tornou o único Estado brasileiro a instalar na cantina da escola os produtos orgânicos. Isto poderá ser o ponto de germinação de uma reforma agrária familiar para produzir esses preciosos alimentos.O Banco Bradesco implementou um projeto que objetiva o envelhecimento saudável e pretende que seja, na sua área, o melhor projeto do mundo. Creio que poderá conseguir pelos competentes técnicos no topo do projeto, desde que passem a utilizar os conhecimentos da nutrição funcional, pois esta gera crianças sadias, inteligentes e bondosas, as quais envelhecerão saudavelmente, sem as três doenças que triplicaram nos últimos vinte anos: Depressão, Alzheimer e Parkinson, geradoras de velhos tristes, sem memória, arrastando os pés, muito mais infelizes mesmo que possam estar mais ricos e mais Iongevos. Velhos que são produtos de alimentos e medicamentos sintéticos.Cabe aqui, também, uma boa notícia para os pais e crianças brasileiras e um elogio ao Supremo Tribunal Federal ao julgar o conflito de interesses entre a medicina convencional e a medicina nutricional, parceira fiel da nutrição funcional. O STF decidiu que programas de diagnóstico, tratamento e prevenção através da prática ortomolecular (outro nome para a medicina nutricional) devem ser avaliados pelo Ministério da Saúde e não pelos Conselhos Regionais (CRMs) ou Federal de Medicina (CFM). Com isto, o STF protege a população do abuso de medicamentos sintéticos e da proibição da substituição de medicamentos por alimentos (nutrientes) por médicos cujos diplomas, aprovados pelo Ministério da Educação e Cultura, são das mesmas Faculdades onde se formaram os médicos que só conhecem os medicamentos e que predominam nos Conselhos de Fiscalização "ÉTICA" da Medicina (CRMs e CFM). Para o ganho de causa, combatendo a alegação de que "não há comprovação científica da medicina nutricional", a AMBO (Associação Médica Brasileira Ortomolecular) apresentou 250 mil trabalhos das melhores revistas científicas. Talvez agora, o curso de nutrição, que raramente ultrapassa 20 horas e raramente é ensinado, por ser opcional, em cursos de medicina, estenda-se, pelo menos, por 280 horas à semelhança do curso de nutrição funcional, acrescido de curso que como nutrir a conexão mente e cérebro, chave da medicina familiar preventiva; visando, assim, o envelhecimento saudável, o desinflacionará os custos crescentes dos sistemas de saúde pública e privada.